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terça-feira, 4 de novembro de 2014

25 maneiras de como perguntar aos seus filhos 'Como foi a escola hoje?' sem perguntar 'como foi a escola hoje'

Excelente texto copiado deste link aqui!

“ Esse ano, Simon está na quarta série e Grace na primeira, e me pego fazendo a mesma pergunta todo dia quando chegam da escola: "Então, como foi a escola hoje?" E todo dia eu recebo uma resposta tipo "legal" ou "tudo bem", que não me diz muita coisa. Mas EU QUERO SABER BASTANTE COISA!!! Ou pelo menos ouvir uma frase completa. Então a outra noite, eu sentei e fiz uma lista de perguntas mais estimulantes para fazer aos meus filhos sobre a escola. As perguntas não são perfeitas, mas pelo menos meus filhos respondem com frases completas e algumas até renderam boas conversas... e respostas hilárias... e me fizeram entender melhor como os meus filhos pensam e sentem sobre a escola.


1. Qual foi a melhor coisa que aconteceu na escola hoje? (Qual foi a pior coisa que aconteceu na escola hoje?)
2. Me conte sobre alguma coisa que te fez rir hoje.
3. Se pudesse escolher, do lado de quem gostaria de sentar na classe? (Ao lado de quem NÃO gostaria de sentar? Por quê?)
4. Qual é o lugar mais legal na escola?
5. Me diga uma palavra esquisita que você ouviu hoje. (Ou uma coisa estranha que alguém disse hoje.)
6. Se eu ligasse para a sua professora hoje a noite, o que ela me diria sobre você?
7. Como você ajudou alguém hoje?
8. Como alguém lhe ajudou hoje?
9. Me diga uma coisa que você aprendeu hoje.
10. Em que momento você se sentiu mais feliz hoje?
11. Quando ficou com tédio hoje?
12. Se uma espaçonave alienígena chegasse para abduzir alguém da sua sala, quem você gostaria que eles levassem?
13. Com quem você gostaria de brincar no recreio e nunca brincou antes?
14. Conte uma coisa boa que aconteceu hoje.
15. Que palavra a professora mais falou hoje?
16. O que você acha que deveria fazer/aprender mais na escola?
17. O que você acha que deveria fazer/aprender menos na escola?
18. Com quem você poderia ser mais legal na sua classe?
19. Onde você mais gosta de brincar no recreio?
20. Quem é a pessoa mais engraçada na sua classe? E porque ele/ela é tão engraçado(a)?
21. Do que você mais gostou na hora do almoço (ou lanche)?
22. Se você fosse o professor/professora amanhã, o que você faria?
23. Tem alguém na sua classe que precisa ficar de castigo?
24. Se você pudesse trocar de lugar com alguém na classe, com quem trocaria? Por quê?
25. Me conte sobre três vezes diferentes em que você usou o seu lápis hoje na escola.

Até agora, as minhas respostas favoritas foram as das perguntas 12, 15 e 21. Perguntas como a do "alienígena" deixa a criança expressar de forma não-ameaçadora quem eles preferiam não ter na classe e abre o caminho para um diálogo sobre o por quê desse sentimento, possivelmente revelando questões das quais você não fazia ideia antes.

E as respostas que ouvimos são realmente surpreendentes, as vezes. Quando eu fiz a pergunta 3, eu descobri que um dos meus filhos não queria mais sentar do lado de um melhor amigo na classe -não por um desejo de ser maldoso ou chato, mas pela vontade de ter a chance de interagir com outras pessoas.

À medida que os meus filhos ficarem mais velhos, eu sei que vou ter que me esforçar cada vez mais para manter a conexão com eles - mas sei que o meu empenho vai valer a pena.


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Dicas para controlar as birras dos seus filhos

Encontrei no site do IG uma entrevista com a Super Nani e estas dicas para controlar as birras dos seus filhos - vamos tentar !!
- Estabeleça regras. E se elas não forem cumpridas, dê uma advertência pra que ela saiba que está fazendo errado. “Este aviso permite que a criança mude o comportamento, sem necessidade de ser disciplinada”, diz Cris.
- Se a criança continuar desobedecendo, mande para o cantinho da disciplina (por um minuto por ano de idade, afinal mais do que isso ela dispersa e o efeito não é o mesmo) pra refletir sobre o que não cumpriu. Segundo as especialistas, este método não é castigo, ensina a criança a controlar as birras e aprender a lidar com o sentimento de raiva por não conseguir o que ela quer. Use-o até os 10 anos de idade.
- A criança fez escândalo em público? Separe do grupo, leve para um cantinho e dê advertência. Se ela não parar, mande para o cantinho da disciplina assim que chegar em casa. “É um processo que requer paciência, dedicação e calma”, conta Cris. Patrícia lembra que é fundamental manter a calma nessa hora e diminuir a platéia.
- Corte aquilo que ele gosta, quando o “momento de reflexão” não surtir mais efeito. Tire o computador, a brincadeira na rua, o desenho preferido... Para que ele aprenda a se comportar e reconquiste tudo por meio do cumprimento de regras.
- Use tom de voz firme e baixo ao dizer não.
- Evite a raiva: não grite, nem bata, ameace ou castigue. Introduza o diálogo depois do choro. “As explicações se fazem oportunas assim que a crise cessar”, justifica Patricia. Seja firme, sem punir.
- Identifique os comportamentos inadequados e ensine melhores formas, deixando claro de qual jeito você quer que o seu filho se porte. “Mas pense também nas preferências e particularidades dele, deixando-o fazer escolhas na medida do possível”, diz Patricia.
- Sirva de modelo, não reforce o comportamento agressivo com as suas atitudes. Mostre interesse na vida e atividades do pequeno, separando um tempo exclusivo para conversa e brincadeiras.
- Entre em acordo com o pai. Os dois precisam ser coerentes e ter a mesma postura perante os acessos de birra.
- O mais importante: imponha limites.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

12 dicas práticas para lidar com a birra

Esta semana passei por uma situação daquelas, que NUNCA em minha vida de mãe pensei que ia acontecer comigo - ver meu filho dar uma birra horrível em pleno shopping center.

Fui com o Bernardo (3 anos) e o Gabriel (3 meses) e a babá no Shopping trocar um vestido, e chegando lá o Be pediu um doce, eu disse que não e continuei andando - meu filho se transformou, se jogou no chão gritando, uma cena lastimável. Parei, abaixei na altura dele e tentei conversar - inútil, ele não se acalmou. Resultado: fui embora arrastando um menino em plena crise ( o pequeno também começou a chorrar nervoso) e eu fiquei extremamente estressada e arrasada.

Em casa coloquei de castigo por horas, sem desenho, e fiquei pensando como lidar com isso - meu filho nunca foi de birra ou gritos, agora entendo o que uma mãe passa!!


12 dicas práticas para lidar com a birra

O que fazer quando seu filho abre aquele berreiro no supermercado – e como evitar que isso aconteça

O escândalo que algumas crianças fazem diante de uma frustração pode acabar com o dia de qualquer um. Perdidos e nervosos com o barulho e a atenção que a criança atrai, muitas vezes em público, os pais não sabem o que fazer. A solução não envolve gritos, puxões de orelha ou palmadas , mas sim firmeza e autoridade, desenvolvidas a médio prazo.
Os pais devem contornar a situação com firmeza, sem apelar para gritos ou palmadas

Segundo a psicóloga Dora Lorch, autora do livro “Superdicas para Educar bem seu Filho” (Editora Saraiva), enquanto as crianças não sabem lidar com o “não”, só os pais podem tomar uma atitude capaz de melhorar a situação. Foi o caso da especialista em mídias sociais Samantha Shiraishi , mãe de dois meninos e autora do blog “A Vida Como a Vida Quer”.

Quando era pequeno, Giorgio, hoje com nove anos, queria comer um pacote inteiro de balas de uma só vez. Ao proibi-lo, o menino deu um escândalo no meio do metrô. Na hora, sem perder o controle, Samantha determinou que ele não poderia mais comer aquela bala enquanto não aprendesse a se comportar em público. “Até hoje, quando alguém oferece a bala, ele lembra que é a ‘bala proibida’”, diz a mãe.

Segundo especialistas e mães, táticas como esta podem ser muito efetivas para lidar com as birras infantis. Leia outras dicas práticas para ajudar seu filho a aprender a se comportar.

1. Não perca o controle: seja firme, mas também acolhedor

Assim que a criança começa a fazer uma cena dramática no shopping ou no parque, é melhor segurar as rédeas da situação do que entrar na mesma dança. Pode ser que você esteja ficando muito irritado, mas segundo o psicólogo e terapeuta familiar João David Cavallazzi Mendonça, pais que perdem o controle podem assustar ainda mais a criança e tornar a birra ainda pior.

Mas os pais tampouco devem amolecer. Segundo a psicopedagoga Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), os adultos devem manter firmeza no tom de voz e falar com a criança na altura delas, explicando que atitudes como esta não irão mudar nada. Ao perceber que a criança está prestando atenção, João David ainda indica demonstrar acolhimento: segurá-la no colo e explicar o porquê da negativa poderá ajudar bastante.

2. Não ceda aos apelos da criança e mantenha a palavra

Por culpa ou falta de paciência, às vezes os pais acabam cedendo aos pedidos dos filhos e deixam a birra passar como se não fosse nada demais. Esse é um erro fatal: segundo Dora Lorch, a criança pode ficar cada vez mais autoritária, pois percebe uma maneira de sempre conseguir o que quer. Segundo a psicóloga e psicoterapeuta familiar Ana Gabriela Andriani, as crianças precisam entender que nem sempre terão o que desejam e quando desejam, e que sua insistência não é uma cartada aceita nesta hora.

3. Dê exemplos: sair batendo porta dentro de casa não é um deles

Que os pais devem ser bons modelos para seus filhos e esta premissa vale também para momentos de raiva em que o adulto resolve fazer a própria “birra” – batendo uma porta em casa após um momento de estresse, por exemplo. “Às vezes a criança está apenas repetindo o comportamento da mãe”, diz Dora Lorch.

Quanto mais atenção os pais derem à birra do filho, pior será o comportamento dele

4. Não dê atenção à birra

Aos dois anos, Rafaela, filha da socióloga Ariane Torezan, foi com a mãe ao supermercado. Quando Ariane proibiu a filha de levar para casa uma guloseima, Rafaela se deitou no chão, começou a chorar e a gritar. “Não tive dúvidas: virei as costas e continuei andando. Ela não teve outra alternativa se não parar de chorar e vir atrás”, relembra Ariane.

Para o psiquiatra e educador Içami Tiba, autor de “Disciplina: Limite na Medida Certa” (Integrare Editora), as crianças precisam passar pelo estresse de perder a segurança na hora da birra. “Se ela se sente insegura, muda. A criança fica preocupada se os pais a deixam”. Rafaela, hoje com nove anos, nunca mais teve qualquer comportamento parecido.

5. Dê castigos proporcionais (e não se sinta culpado depois)

As crianças devem entender que seus atos têm consequências. Para não se arrepender no meio de um castigo , os pais devem calcular adequadamente o tempo de punição. “Para uma criança de dois anos, um castigo de dez minutos já é o bastante”, recomenda Quézia Bombonatto. Na orientação da Supernanny Cris Poli, um minuto por ano de idade é uma boa medida. Mas tudo depende da gravidade da birra e de como aquela família funciona.

6. Não meça forças com a criança e seja flexível de vez em quando

Os pais devem ser firmes e mostrar quem coloca as regras no dia a dia. Mas isso não significa incorrer no autoritarismo. “O ‘não pode’ deve ser usado para o que realmente é importante”, diz Quézia Bombonatto.

Se a criança começa a desarrumar a sala logo após uma arrumação, os pais não precisam proibi-la, mas podem deixar claro que ela terá que arrumar tudo depois. Algumas coisas podem e devem ser negociadas com a criança. Afinal, será que 10 minutinhos a mais no parquinho é um grande transtorno? “Essa flexibilidade também pode ser benéfica”, concorda João David.

7. Explique o que ela está sentindo e veja o que está acontecendo

Dar nome ao que a criança está passando pode ajudá-la a se controlar. “Ela ainda está em processo de aprendizado e precisa aprender a identificar o que está sentindo”, explica João David. Assegurá-la de que ela está sendo, de alguma forma, compreendida, é importante.

Por isso, o adulto deve sentar com ela e explicar que sabe como ela se sente, mas agora não é possível ter o que ela quer, pela razão que for. Descobrir as razões infantis também é necessário. Às vezes, a criança pode muda de comportamento por uma razão não aparente, como o nascimento de um irmão mais novo ou a volta da mãe ao trabalho. “Ao ser questionada, a criança vai explicar com menos ou mais recursos, dependendo da idade, e tudo vai ficando mais fácil”, diz Dora Lorch.

8. Distraia a criança

Segundo Quézia Bombonatto, em certas situações chamar a atenção da criança para outra coisa pode ser a melhor saída para a birra. Especialmente quando o comportamento desanda em locais públicos. Fazê-la rir ou distraí-la com outro atrativo costuma ser efetivo e a criança pode esquecer a razão do escândalo que estava fazendo minutos atrás.

9. Compare a atitude dela com a das pessoas ao redor

Ana Gabriela Andriani também sugere comparar a criança com as outras pessoas no local e mostrar que ninguém mais está chorando, só ela. “A criança só consegue enxergar a si mesma. Ajudá-la a se comparar aos outros é uma maneira de fazê-la se sintonizar com o mundo”, diz.

Filhos podem imitar as atitudes dos pais: evite a "birra de adulto"

10. Não insista em conversar na hora da raiva

Assim como muitos adultos, a criança não irá ouvir o que os pais estão dizendo no calor de um ataque de birra. “Nesta hora ela está focada na frustração, não está ouvindo”, diz Ceres de Araújo. Por isso, o melhor pode ser ignorar a atitude dela e conversar mais tarde, quando ela estiver mais calma, sobre o ocorrido. Neste período, os pais podem aproveitar para pensar na atitude que irão tomar.

11. Valorize e qualifique a criança sempre que possível

Reforçar positivamente o bom comportamento infantil depois de um ataque de birra ajuda a prevenir novos episódios. Se um dia a criança fez uma birra homérica no parque, ao voltar ao mesmo lugar o pai pode lembrar que confia nela para a história vivida no passado não voltar a acontecer. “Esta é uma maneira de qualificar o filho, mostrar que você acredita que ele pode ser diferente”, diz João David.

12. Tome medidas preventivas

Sentir fome e sono sem poder suprir as necessidades são sensações capazes de deixar qualquer um irritado. Para as crianças, estas sensações podem facilmente se transformar em birra. Por isso, manter uma rotina de sono e alimentação ajuda a evitar a irritação. “Os pais devem identificar o que pode ser evitado. Se sabem que a criança costuma dormir às nove horas da noite, não é ideal sair para jantar neste horário”, exemplifica João David.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Perdi o Bebê com 10 semanas

Nós mulheres temos um poder incrível, uma intuição de saber quando algo não vai bem. E foi assim esta semana, eu sabia que algo não estava bem, mas fiquei esperando, simplesmente.

E quando foi no dia das crianças, aconteceu. Tive uma cólica e perdi um pouco de sangue. Fomos para a emergência da Perinatal, onde rapidamente fui atendida para fazer um ultrassom para ver o bebê. Soube que Segundinho estava morto no momento que começou o ultrassom, apesar de toda a tentativa da médica em me enrolar um pouco - meu bebe não tinha mais batimento cardíaco, tinha morrido a alguns dias.

Esta semana aconteceu que fomos no Santuario da Mae Rainha 2 vezes. E todas as vezes eu pedi muito pela saúde deste bebê. Eu acredito que tenha acontecido alguma anomalia com meu bebe, alguma má formação.

Minha médica me deu a opção de ficar esperando uns dias meu corpo eliminar o bebe morto ou fazer uma curetagem. Voltei para casa, tomei um banho e chorei tudo que podia ali mesmo - não queria que o Bernardo visse a mãe assim, nem meu marido sofresse mais.

Decidi fazer a curetagem o mais rápido possível. Apesar de ter sido avisada que para o meu organismo eliminar naturalmente seria melhor, a ideia de ficar com meu filho morto na barriga, esperando ele cair na privada ou no Box do banheiro me pareceu inconcebível. Para seguir em frente, tenho que enterrar meus mortos.

Internei cedinho na perinatal, e o procedimento foi feito pela minha medica, pessoa linda que me deu todo o colo possível. A noite já estava em casa.

Vou ficar de repouso uns dias, como em toda cirurgia. Dói, estou triste. Talvez ainda se passarão semanas ou meses antes que eu fique pelo menos uma hora sem pensar nisso, mas vamos superar. Só preciso de um tempo de luto.

E vamos ter outro bebê, talvez este tenha vindo assim e ido assim, tão rápido, para que a gente percebesse que queremos mais filhos sim.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Abra suas Asas

Pensando na minha infância, fui uma criança bem livre, mas com muito limite. Sempre. Como nasci em cidade pequena, brincava muito na rua, dormia e passava de semana nas fazendas das amigas, viajava com os primos.

Mamãe sempre colocou muito limite nas nossas vidas, mas deu asas para voar, tanto que aos 17 já fazia cursinho em outra cidade e aos 20 mudei sozinha para o Rio de Janeiro.

Hoje imagino o que ela não passou. Dar asas aos nossos filhos não é uma tarefa fácil, mas é preciso. Como ver o B cair e esperar que ele levante sozinho, e oferecer um beijinho. Ou ver meu filho que ainda não fez 2 anos subir em um Jacaré inflável ENORME junto com varias crianças maiores e se jogar la de cima rindo (como isso pode ser normal??). 

B entrou na fase do sozinho, e tenho que respeitar isso, deixar que ele teste seus limites e o que consegue fazer sozinho. E nem sempre é fácil, por que toda mãe tem suas neuroses e quer proteger o filho.

Tem um post lindo sobre isso no blog Conselhos de Mãe, vale a pena ler! 


"Dê a seu filho raízes. Mais tarde, asas.” Provérbio judaico

terça-feira, 21 de junho de 2011

Saco de Farinha

Passeando pelos meus blogs preferidos cheguei no Saco de Farinha, um blog bem bacana da Lia, onde ela posta um texto (alguns, na verdade) sobre disciplina e filhos.


Achei o texto bem interessante, apesar de não concordar com tudo. Exatamente não concordo com a parte de colocar a criança como o centro da casa. Não acho que a criança deve ser o centro da casa, concordo com o Dr. Içami Tiba quando ele diz: "O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo."  

Mas me identifico muuuto com o caminho que o texto da Lia toma, e explica muito bem com o episódio do parquinho no texto. - Quando o B faz algo que não pode, paro o que eu estiver fazendo, vou até ele, me abaixo na altura dele, olho no olho e explico que ele não pode fazer aquilo, o porquê ele não pode fazer, e as conseqüência se continuar fazendo.

Criar filho não tem manual certo. Por fim, uma parte do texto da Lia que adorei: “Os filhos nos obrigam a mudarmos nossa dieta. Nos fazem revermos nossa jornada de trabalho. Nos forçam a brincarmos quando deveríamos estar lavando a louça. Se escravidão é isso, bendito cativeiro esse da maternidade".

Parte do texto extraído do Blogger: www.sacodefarinha.blogspot.com/

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Bernardo, meu pequeno ursinho

BERNARDO

Origem: GERMÂNICO
Significado: BRAVO COMO UM URSO, SOLDADO VALENTE

Desde que anuncie aqui o nome do meu filhote vinha ensaiando uma ida ao tatuador para eternizar na minha pele uma homenagem ao meu pequeno.

Esta semana fui ao Studio do Kiko Tatoo na barra e fiz minha nova tatoo - um ursinho para o Bernardo. Eu sei que tinha dito que daria um tempo nas tatuagens ou que não faria mais - mas eu adoro tatuagem, e o B merece!


O desenho original

A Tatoo pronta.

sábado, 7 de maio de 2011

Ser Mãe

Ser mãe é a maior responsabilidade que uma mulher pode ter em sua vida.

O nascimento do Bernardo transformou a minha vida, minhas prioridade mudaram, eu mudei. O mais importante para mim é ser a melhor mãe possível para meu filho. Me tornar mãe foi a experiência mais gratificante de minha vida.

Posso dizer verdadeiramente que conheço o amor incondicional, e me sinto mais proxima da minha mãe do que nunca.


Fui abençoada por ter uma mãe maravilhosa, que me deixou trilhar meu próprio caminho. Tivemos nossas rusgas, claro, mas ela sempre respeitou minha posição. Minha mãe foi meu exemplo e eu serei para sempre grata a ela. Obrigada mãe!

Feliz Dia das Mães para todas nós!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A fralda é justa, mas o riso é froxo

Quando uma criança nasce, muda tudo. Principalmente quando ela nasce na sua casa... Muda sua vida, mudam as prioridades, muda seu orçamento, muda a forma como você é visto na sociedade. (Ou malvista.) As regras de etiqueta que pautavam sua vida até então esbarram num limite concreto – um limite de mais ou menos 50 centímetros que não pára de chorar. Todas as certezas que você tinha até esse dia (se é que tinha alguma) vão por água abaixo junto com o conteúdo de fraldas sujas. O mundo passa imediatamente a girar em torno do umbigo ainda não curado do seu bebê.

Pensando assim, e curtido a beleza e as amarguras deste novo mundo, acabei de me apaixonar por uma nova série: Mothern, que passa na NT e no canal Viva. E me tornei leitora do Blog tambem, que adorei, e dei ctrl+C/Ctrl+v no texto abaixo:

Dinheiro, pra quê dinheiro?
Dinheiro pra comprar umas roupas novas porque as suas já não cabem mais. Dinheiro pra comprar berço, chupeta, móbile e carrinho. Pra pagar o parto, a babá, os remedinhos, os algodões. A cadeirinha para o carro, a cadeirinha pra comer, as roupas e os sapatinhos que se perdem a cada mês. Pra pagar a escolinha, o material, a excursão, a natação.



Filho, pra quê filho?
Filho pra descobrir que você pode viver com bem menos do que imaginava. Pra se descobrir consumista-para-o-outro. Descobrir que aquele sapato fofo e carésimo pode ficar para o mês que vem. Ou pra nunca. E tudo bem também. Filho pra mudar de prioridades. Pra pensar mais pra frente. Pra fazer contas que você nunca se imaginou fazendo. Pra cortar supérfluos. Pra concluir que ter filho custa muito dinheiro sim. Mas, ora, dinheiro? Pra quê dinheiro?