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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Feliz Aniversário amor



Ele parece carrancudo, mas é um poço de amor
Calado, na dele, mas sabe tudo o que esta passando ao redor.

É o homem que escolhi para estar do meu lado, 
para todo sempre.

Te amo.

Feliz aniversário.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

As Bodas de Latão (ou Lã)

A minha escova de dentes sempre gasta mais do que a dele. 
Gosto de vinho, ele de Ice.
Ele adora dormir de conchinha, eu já quero me esparramar pela cama.
Ele é todo organizado financeiramente, eu nem sei a ultima vez que tirei um extrato.
O banho dele é de 1 hora, o meu 15 minutos.
Meu chuveiro está sempre no verão, o dele no inverno. 
Ele dorme de cobertor, eu morro de calor.
Eu assisto o mesmo filme várias vezes, ele acha um terror.
Ele adora um futebol, eu torço o nariz
Eu espalho tudo no carro. Ele espalha pela casa. 
Eu nunca dei certo com nenhum esporte, ele joga futebol muito bem.
Vivo rodeada dos meus amigos, ele vive pela família.

Como Eduardo e Mônica, não somos nada parecidos. Mas diante de tantas diferenças, temos uma coisa em comum, que supera todas as divergências: é amor. Ele nos use, igual, aproxima e completa.


Quem um dia irá dizer

Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?



Os 07 anos de casados, ou as bodas de latão ou lã.  Segundo a tradição, por que a lã é maleável, adaptável e confortável, podendo-se fazer muito com ela, e o latão apesar de ser um metal, também tem essa adaptabilidade, mas é colocado nessa boda por ser resistente a manchas e capaz de durar, então esse dois elementos são qualidades essenciais em um casamento aos 07 anos - a união tem que estar resistente, durável e maleável.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Somos quatro, somos fortes - onde esta o papai??

Hoje passeando pelos blogs vi um tema que muito me interessou  no Macetes de Mãe - como voltar a ter a vida a dois depois que se  é trés (no meu caso somos quatro mais a babá...)

Quando nasceu o primeiro filho, o marido passa para segundo plano naturalmente. E o filho vai crescendo e as coisas vão caindo no lugar, e eis que - vem o segundo filho. O marido, naturalmente, passa para o terceiro lugar, ou quarto, nem sei mais...

As dicas do blog Macete de Mae sao simples, obvias como ela mesmo diz, mas que eu preciso colocar em pratica, urgente 

Aproveitar o tempo que o bebê dorme: sim! Essa é a mais simples e óbvia de todas. Assim que o bebê dormir, aproveitem para se curtir a dois. Nessa hora, dá para curtir o maridão sem peso na consciência e até preparar alguma surpresinha simples: preparar um jantar que ele gosta, pegar um filme para verem juntos, tomarem um vinho, blá, blá, blá…
Redescobrir programas que vocês gostam de fazer a dois: eu adorava ir ao cinema, só que com um filhote em casa isso ficou mais complicado. A alternativa foi começarmos a ver filmes e séries em casa. Aí, continuo fazendo algo que gosto só que de uma forma um pouco diferente. O mesmo vale para jantares. Se vocês gostavam de sair para jantar fora, que tal agora pedir algo e comer em casa mesmo ?
Criar uma rotina do casal: antes de termos filhos sempre ouvimos que não podemos cair na rotina. Pois eu digo: depois que os filhos chegam, o que temos que fazer é justamente criar uma rotina. Precisamos fazer isso para não corrermos o risco de simplesmente esquecermos de fazer coisas a dois, só envolvidos com o filho. Aqui, temos a rotina de ver filmes ou seriados toda sexta à noite e, aos sábados, sempre que dá, chamar alguém para jantar conosco. Assim, nos divertimos sem atrapalhar o sono tranquilo do Léo (séries se encaixam perfeitamente nessa dica. Pois como elas são longas e viciantes elas ajudam a criar essa tal rotina).
Aproveitar toda e qualquer ajuda: feliz de quem tem avós morando perto. A minha mãe mora no RS, mas minha sogra a poucas quadras da minha casa. Sempre que temos algum evento especial à noite, o Léo é despachado para lá e pegamos ele quando retornamos ou só no dia seguinte. Assim, saindo para fazer programinhas gostosos e da nossa antiga vida pré-filhos dá uma suuuuuupppperrrr animada na vida a dois. Super indico! Ah, e é claro que os avós amam!
Contratar ajuda de confiança: quem não tem avós para contar, ou prefere não ter o trabalho de tirar o pequeno de casa, pode recorrer à ajuda de uma pessoa de confiança (a famosa babá ou folguista). Super vale a pena, de vez em quando, nós mães nos despreendermos um pouco dos filhotes e aceitarmos deixá-los aos cuidados de outra pessoa, desde que seja alguém que eles não estranhem. E melhor ainda se a pessoa puder ficar no dia seguinte até mais tarde, para vocês descansarem da noite anterior. :-)
Viajar: viajar a dois! Esse é um marco pós filhos que eu tenho que confessar que ainda não tive coragem de colocar em prática. Sou meio neurótica e acabei estabelecendo alguns prazos mentais para a realização de algumas coisas marcantes, como a primeira vez do Léo dormir fora de casa ou a primeira viagem só do casal, e o tempo dessa segunda ainda não chegou.
Cuidar de VOCÊ para poder cuidar de VOCÊS dois: bom, essa é uma dica que passo adianta por total experiência pessoal. Toda vez que eu cuido melhor de mim, fazendo coisas que me fazem bem e que eu curto, eu consigo cuidar melhor de nós (de mim e do marido). Fico mais leve, mais feliz, mais tranquila e mais satisfeita e isso reflete na relação a dois. E cuidar de mim/você significa fazer o que se gosta ou o que se faz necessário, como praticar exercícios, começar uma dieta , voltar a estudar, voltar a ler mais… enfim… qualquer coisa que te dê prazer e bem estar. Você se sentindo melhor, mais leve e realizada, o resto as relações como um todo se equilibram.

domingo, 5 de maio de 2013

6 Anos de Casamento - As Bodas de Açucar

Promessas Matrimoniais

"Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?

Promete saber ser amigo e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?

Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?

Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela? Promete se deixar conhecer?

Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?

Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?

Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?

Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?

Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja?

Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher: "


Te amo para sempre, te amo demais!
 
 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Divagações sobre o casamento...

DIVÓRCIO - Texto de Arnaldo Jabor

Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres, sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo. Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:

Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.

O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.

De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?

Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção? Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?

Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.

Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.

Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.

Mas se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.

Não existe essa tal “estabilidade do casamento” nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.

A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?
É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo. Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par. Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário se casar de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
Como vê, NÃO EXISTE MÁGICA – EXISTE COMPROMISSO, COMPROMETIMENTO E TRABALHO – é isso que salva casamentos e famílias.”

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Ainda bem...



Ainda bem
Que agora encontrei você
Eu realmente não sei
O que eu fiz pra merecer Você

Porque ninguém
Dava nada por mim
Quem dava, eu não tava a fim
Até desacreditei De mim

O meu coração
Já estava acostumado
Com a solidão

Quem diria que a meu lado você iria ficar
Você veio pra ficar
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar Assim

O meu coração
Já estava aposentado
Sem nenhuma ilusão
Tinha sido maltratado
Tudo se transformou
Agora você chegou

Você que me faz feliz
Você que me faz cantar Assim

Ainda bem (Marisa Monte)

Feliz Dia dos Namorados!

(Atrasado, mas com muito amor, sempre...)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Reinventando a Vida a Dois

Gostei tanto deste texto que li no blog Mamíferas que copiei aqui, com devidos créditos, claro!

Reinventando a Vida a Dois
Hoje em dia, quando ouço alguém falar em ter um filho para 'recuperar o casamento', ou 'segurar o marido', eu rio sozinha. Rio, porque sei por experiência própria o quanto essa idéia é absurda.

Ter um filho muda tudo na vida de um casal. Absolutamente tudo. Muda tanto, e exige tanta capacidade de adaptação, que hoje eu costumo dizer que acontece ao contrário: um casal só resiste ao nascimento de um filho, só permanece junto depois desse furacão, se a relação estiver muito forte, sólida, se o amor for imenso e absoluto, se houver disposição e muita, mas muita vontade de ficar junto.

Depois que o bebê nasce, as prioridades são outras, as preocupações também. Dali por diante, é inevitável que uma boa parte das conversas gire em torno de temas como se engatinhar é importante ou se é melhor andar de uma vez, se dez fraldas por dia é um número razoável, se o bebê colocar todo o leite pra fora depois da mamada é normal ou se é melhor ligar para a pediatra, entre outras coisinhas que, de absolutamente desconhecidas, passam a ser importantíssimas quando recebemos nossos filhotes no mundo.

O ritmo da casa também muda, e muito. O casal que podia esticar do trabalho para um cineminha, e do cineminha para um jantar, e do jantar para um motel, chegando em casa de madrugada sem pressa, afinal sábado é dia de desligar o despertador, passa a ter uma rotininha enlouquecedora, que varia sim, mas sempre em função dos horários e necessidades daquele serzinho tão apaixonante: o bebê. Com o dia-a-dia de troca de fraldas, acordadas noturnas, finais de tarde chorosos, adaptações e descobertas mil, falta tempo para momentos a dois, para o namorico descompromissado no sofá da sala, para o banho demorado a dois, para o papo gostoso sem hora pra acabar. E o romance? Via de regra, quando começa a pintar um clima, lá vem um chorinho pedinte que não dá pra ignorar. E lá vamos nós, acalmar o pequenino, pra depois, quem sabe, tentar começar tudo de novo. (Isso, se o cansaço permitir, e o parceiro não estiver a essa altura desmaiado na poltrona da sala.)

Quando o bebê chega, é preciso triangular a relação. Não é só você para ele e ele pra você, o tempo todo. Há uma terceira pessoinha que demanda toda atenção e todo cuidado do mundo, e nem todo casal sabe lidar com isso. Surgem carências, disputas de afeto, vazios, necessidades não-satisfeitas. E aí, não tem jeito. Só com muita conversa e coração aberto é que a gente dá conta de se reorganizar, descobrindo novos caminhos e novas possibilidades.

Quando nasce o bebê, nasce também uma família. Não dá pra achar que vai ser possível levar a vida de antes, dedicar-se ao parceiro da mesma maneira, cultivar o relacionamento na mesma intensidade. Não dá. Mas vale a pena parar pra pensar que diferente não é necessariamente pior. Apenas diferente.

Se o casal se permite libertar dos anseios passados e abrir-se para a nova realidade, pode descobrir que a vinda de um filhote potencializa o amor, reinventa, redescobre. É incrível como a gente pode se apaixonar de novo, com mais intensidade do que da primeira vez, quando vê o parceiro trocando um olhar de ternura com aquele bebezinho tão pequeno, quando flagra uma troca de sorrisos sinceros, quando acorda no meio da noite e dá aquela olhadela no soninho conjunto. Tem que ter tolerância, paciência, tem que cultivar os momentos possíveis a dois, tem que aceitar que algumas coisas se perderam definitivamente. Só quando a gente aceita isso, é que se abre pra ver o tanto de coisa que a gente ganhou. E acredite, a troca é mais do que justa.

E lembre-se, seu bebê não será recém-nascido para sempre, não terá um ano para sempre. Essa fase passa, mais depressa do que a gente imagina. E logo começam a aparecer de novo as oportunidades de um cineminha numa noite de sexta-feira, um almocinho a dois com mais tranquilidade, uma viagenzinha em que o filhote fica com alguém de confiança, e feliz da vida. Como em tudo na vida, vale a pena curtir o momento.

Quando um bebê nasce, é o momento de descobrir e desvendar essa vidinha a três (ou quatro, como foi o nosso caso, ou cinco, como vivenciamos agora, rsrs). E quanta maravilha essa vida tem para nos mostrar!

E quando menos esperarem, vocês serão dois de novo. Mas não como eram antes. Não, a coisa mudou, e mudou para melhor. Porque de dois, vocês se tornaram um.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Para que serve uma relação?

Lendo a Net hoje, achei no Yahoo algumas verdades sobre o relacionamento. Gostei destes:

  • Se você acha que seu relacionamento já se tornou um fardo com 3 meses de duração, acredite – daqui a um ano vai estar muito mais pesado. (Não se enganem achando que com os anos melhora o que ja começou ruim.)
  • Nem as mulheres entendem umas as outras. Não se sinta culpado por isso.
  • Homens têm uma caixa vazia no cérebro. É para lá que ele vai quando você imagina que ele está pensando em algo que você falou (Afi, ja sofri demais com isso, hoje ignoro!)
  • A cabeça de uma mulher é sempre um lugar lotado. Sempre mesmo.(Filhos, empregada, casa, marido, trabalho, depilação, cartão de crédito, unha, cabelo, roupa para o filho, o que vou vestir hoje, café tem caloria? )
  • Se o outro quiser te trair, ele o vai fazer, não importa o quanto se esforce para descobrir. Não há nada que você possa fazer além de se esforçar para que seu relacionamento seja feliz todos os dias.(Grande verdade, o que tiver que acontecer vai acontecer de qualquer jeito, com ou seu ciumes)
  • Você sabe que tem química quando dormir de conchinha é quase tão bom quanto o sexo em si. (Sempre adorei dormir de conchinha)
  • Um dia a questão do sexo com a mesma pessoa vai pegar. Você vai precisar encontrar uma forma de lidar com isso se quiser evitar o fim. (Evitar a tal da rotina)
  • Saber conversar é uma arte. Pratique desde o começo.(Verdade, sem conversa tudo acaba)
  • Opostos podem até se atrair, mas o excesso de diferenças frequentemente leva ao caos. (
  • O amor sozinho não sustenta nenhuma relação.
  • Vão ter dias em que você vai olhar para o outro e não vai se sentir apaixonado. O importante é garantir que os dias apaixonados sejam maioria.
  • Ele vai olhar para milhares de outras bundas na rua. Ela vai olhar para milhares de outros braços fortes. Inevitável. É como admirar uma bela arquitetura.
  • Sexo depois da briga pode ser até mais gostoso. Mas ele jamais vai ser capaz de resolver os seus problemas.
  • Ele vai continuar jogando as meias no chão mesmo depois de você falar 50 vezes. Não vale a pena se stressar por esse tipo de coisa.
  • Todo relacionamento é como um contrato – precisa ser alinhado e renovado de tempos em tempos.
  • Você não pode querer que a outra pessoa faça uma coisa que você mesmo não faz. Não pode querer presente, sem presentear. Não pode querer carinho, sem fazer carinho. Não pode querer atenção, se você não dá atenção.
  • Quando você trai é só “uma coisa boba que aconteceu”, mas quando o outro trai, ele se torna o pior dos seres humanos para você. Não faça com os outros o que não quer que façam com você.
  • Faça valer a pena. Repense semanalmente seu relacionamento, o que está faltando ou sobrando.
  • Falar coisas da boca para fora ou fazer alguma coisa por pressão é um sinal claro que o relacionamento não tem um futuro feliz.
  • Tenha isso em mente -  Por mais que tente, você nunca vai conseguir possuir alguém. Contratos e alianças são só formas ilustrativas para nos convencer do contrário
Por fim, um texto do Dr. Drauzio Varela, que adoro.

Para que serve uma relação?
Qual a definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação?

"Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil". Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom, e merece ser desenvolvido.

Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.Uma armadilha.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo, enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada uma pessoa bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro, quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Yes, existe vida pós maternidade

O Bernardo esta completando 1 ano e 9 meses e agora posso dizer que voltei a respirar e olhar para a vida ao redor. Sim, existe vida pós-maternidade. Meu filho não é mais o centro do meu universo, mas parte dele, como é parte de mim e da nossa pequena família.

Não quer dizer que eu o ame UM milímetro a menos, mas estou aprendendo a dosar melhor o turbilhão que a maternidade trouxe para nossa vida. Confesso que andei meio louca, um tanto quanto dramática ou afetada e muito chata de galocha.

Yes, agora eu posso:

  • Dormir uma noite inteira com os pezinhos entrelaçados sem acordar sobressaltada a cada minuto para ver se o B estava respirando; 
  • Passar uma manhã de sábado no salão;
  • Tomar um banho demorado;
  • Levar o sobrinho ao cinema para assistir Harry Potter em 3D;
  • Arrumar um armário com uma “ajudinha”extra do pequeno;
  • Ir a jantares na casa dos amigos;
  • Coçar o Nycko preguiçosamente na cama enquanto todos assistimos Backyardigans;
  • Comer uma pizza com o marido no meio da semana, sem culpa e sem hora de voltar para casa;
  • Almoçar em um restaurante sem ficar suja de leite ou suco; 
  • Ir na academia ao acordar e chegar a tempo de tomar café e levar o pequeno no colégio,
  • Andar de bike pelas ruas com o filhote;



E devagarzinho a tal maleditta culpa materna vai deixando este corpo (junto com as gordurinhas, projeto verão na área) e me enxergo novamente. Malhação, dieta, muitas doses de Valeriana, e muito, MUITO amor. A vida é uma só.

Ser mãe é MARAVILHOSO, mas dá um trabalho...

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O homem certo.

Admiro as mulheres que criam seus filhos sozinhas. Admiro a coragem e a dedicação de cada uma delas. Até acredito que eu também daria conta do recado, pois somos leoas defendendo as nossas crias, e sabemos morder também, quando queremos. Mas eu nunca quis.
 
Quando tomei a decisão de me casar, sabia que o pacote seria completo – marido, casa, filhos, cachorro e uma hipoteca. Quando a gente resolve casar com alguém, no mínimo, tem acreditar que é para sempre, e que este é o homem certo para você.

O meu homem certo atende por Wagner. Ele trouxe equilíbrio para minha vida. Como uma gangorra. Faz as cores ficarem mais bem definidas a meus olhos, os frios extremos mais suportáveis, os sentimentos bons ainda melhores. Me faz querer ser uma pessoa melhor. Me faz acreditar que, juntos, podemos chegar bem mais longe.

Feliz aniversário amor, nós te amamos - hoje e sempre.