sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O que se leva desta vida é a vida que se leva...

Sempre fui uma pessoa emotiva. Antigamente era muito explosiva, hoje estou mais para “ando tão a flor da pele que até beijo de novela me faz chorar”... Choro em casamento, em nascimento, quando vejo um filme bonito, quando o B. faz uma gracinha diferente, quando alguém diz que me ama...

Chorei horrores quando assisti ao filme “Sempre ao seu lado”, no começo do ano. E me emocionei demais quando conheci, esta semana, o blog da Luciana e Woltony. Um blog que conta uma estória linda de amor entre os dois, dos filhos Pedro e Helena, da luta da família contra um câncer que levou a Luciana, de fé e esperança ... um blog para a gente ler e questionar como estamos cuidando da nossa breve vida e da vida de quem nós amamos.Tá vendo, já estou aqui emocionada de novo...


“O meu antigo trabalho era em uma empresa de consultoria na área de informática. Uma vez a empresa levou vários consultores de todo o Brasil para São Paulo, para que participássemos de um evento com vários executivos. Eu sabia que a principal intenção do evento era mostrar o nosso papel na empresa e de como poderíamos fazer carreira nela, mas o que eu não esperava era que naquela noite fosse feita uma das perguntas mais importantes da minha vida. 

Em um dado momento, um dos executivos estava explicando as prioridades que tínhamos que ter e como isso guiava as nossas decisões. Foi aí que ele falou: “Amigos, é importante que vocês se questionem e respondam a uma pergunta: O que é ser bem sucedido para você?”. Sabe quando parece que o tempo parou? Eu instantaneamente fiz essa pergunta para mim mesmo e a resposta foi vindo aos poucos. Ser bem sucedido para mim, na época, era encontrar o amor da minha vida. Era poder casar com ela e fazê-la feliz. Era poder constituir uma família, ter filhos. E aí, a conclusão foi imediata...eu já era bem sucedido! Lembro que logo quis ligar para a Luciana e compartilhar isso com ela. Aquilo mudou muita coisa que eu pensava...e realmente me fez ver como as nossas prioridades guiam as nossas decisões. 

Lembro até hoje que a cena que sempre traduziu esse ideal de sucesso era dirigir o meu carro, vendo o Pedro sentado na cadeirinha e a Luciana ao lado dele. Ali, naquele momento, eu era o homem mais bem sucedido do mundo!!!


Esses dias voltei a me fazer essa pergunta e agora a resposta não foi imediata. A cena do carro ficou incompleta...olho para trás e agora só vejo o Pedro ou então olho e me vejo só. Voltar para casa muitas vezes dá preguiça e dormir sozinho na cama ainda é um desafio. Até hoje acordo ainda só do meu lado. Tem horas que parece que a gente está lutando contra Deus, contra o que foi a vontade dEle..”


Extraido do Blog - Luciana e Woltony


Meus amores, Wagner e Bernardo.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Aniversário de 1 Ano

Ando as voltas com o aniversário de 1 ano do Bernardo, que vai ser de Circo, e vou guardando as idéias aqui:

Esta mesa de gulosemas parece booooa, hummmm.,..

Adoro Cupcake e estes da Cris ficaram especiais :)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Feriadão

Sábado
O Sábado começou no Rio com um sol maravilhoso. Como sábado é dia da Mamãe (explico isso depois), arrumei o B. com bastante protetor soltar e sacolinha de brinquedos, e ele foi com o pai lavar o carro e me deixar na praia para minha primeira aula de Bodyboarding, na Associação Carioca de Bodyboarding, no Recreio – Adorei! Adoro mar e mandei bem na prancha. Tem muito tempo que não me sentia tão livre (quem é mãe sabe exatamente do que estou falando –rs..). 

Marido e B. chegaram para me buscar na praia e fomos para a piscina. A tarde foi preguiçosa, assistimos filmes e dormimos. No final do dia ainda fomos dar uma volta de bike para testar a cadeirinha do B., ele ficou meio desconfiado mas andou direitinho. (Depois posto umas fotos dele passeando de bike).

Domingo
O dia já amanheceu mais frio, fomos para um churrasco da família do marido e dormir cedo.

Segunda
Deixamos o B. na casa da avó e fomos para o centro da cidade, a famosa Uruguaiana fazer compras – estava lotada!! Compramos um DVD portátil para o B e muitas bugigangas. Tinha muita gente na rua. A Uruguaiana tem muito eletrônico e nas ruazinhas laterais tem de tudo – bijuterias. Coisas de festas, moveis, etc. Almoçamos no Shopping Nova America, tentamos ir no cinema (impossível, parece que toda zona norte resolveu levar os filhos no cinema), desistimos e buscamos o B. Chegando em casa fui passear com o Nycko que estava um bocado aborrecido de ter ficando em casa sozinho :)

Terça
Marido foi jogar futebol e nos fizemos uma terapia do sono – eu, Nycko e B. dormimos a manhã tooda, enroladinhos nos cobertores. Depois fomos brincar no *andador que a vizinha emprestou no play do prédio. Almoçamos na churrascaria Rio Sul e dormir de novo .... feriadão em família.

*Sobre o Andador: O pediatra do B. liberou o andador para ele usar algumas vezes no play do prédio após muita insistência minha. Afinal, o B. passa a semana na escolinha e se exercita muito, não há mal usar o andador apenas no final de semana para brincar.

B. curtindo a praia

domingo, 5 de setembro de 2010

Momentos fofos de filmes fofos:

- “Quando eles me perguntarem do que eu mais gostei, eu vou dizer que foi de você” – Cidade dos Anjos

- “Se você ama alguém diga, diga ali, diga alto. Senão o momento passa...” – O Casamento do Meu Melhor Amigo

- “Pegue o amor e multiplique pelo infinito e leve-o à profundidade do eterno, e ainda assim você só terá uma ideia do quanto eu gosto de você”Encontro Marcado

sábado, 4 de setembro de 2010

Gastronomia Carioca 2010

Meus 10 Mais da Gastronomia do Rio hoje!

# Café da manhã do Deliciante
# Massa no Restaurante Amadeus
# Rodízio de Japonês no Nagai
# Cheddar do Mac Donald com batatas grandes
# Nhá Benta da Kopenhagen
# Capuccino do Terzetto
# Pizza Caprese do Fiammetta
# Ribs On The Barbie com Bloomin Onion do Outback
# Bacalhau do Rei do Bacalhau
# Pizza Portuguesa da Gastro

Perfeito !!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Nunca na estória deste bebê...

"NUNCA o bebê vai dormir no meu quarto".. Quem disse isso fui eu? Deve ter sido em outra vida. Não sei por que insisto em dizer coisas que não faço. Quando B. nasceu ele dormia no carrinho, do lado da minha cama, até uns 2 meses. Era mais pratico, eu estava operada, mamãe lá em casa...

Com o tempo, levei para o berço, no quarto dele. E quando o pai saia cedinho, e eu queria dormir mais um pouquinho, buscava B. para a minha cama. Era muuuito bom, nós dois ali agarradinhos, cheios de carinho e preguiça, durante uns 2 meses...

Voltei a trabalhar, e ficava cansada de ir amamentar no quarto do B. toda noite, e acabava trazendo ele de madrugada para minha cama. E quem disse que levava de volta? E assim o B. dormiu sua primeira noite no “meinho”... e aos 8 meses continua lá, grudadinho na gente.

Só que hoje ele é uma bebezão, e não conseguimos dormir com B. se mexendo tanto, as noites em claro estão ficando difíces e é hora dele voltar para o berço. Não sei ainda como fazer isso , e acho que quem sofre mesmo sou eu, que gosto do calor do meu bebezinho bem perto de mim...


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mulherzinha

"A mulher resolveu que devia ser independente. Trabalhar, ganhar seu dinheiro, ir pro bar, tomar anticoncepcional, dormir com passantes, essas coisas. Mas não fazia idéia do tamanho da confusão que isso ia criar. De modo geral, mesmo trabalhando fora, a mulher não pôde abandonar o papel de responsável pela casa – e mesmo que tenha uma diarista ou afins, quando a casa cai a culpa é dela. Não pôde deixar de ser a principal responsável pelos filhos, mesmo que os homens ajudem. E, mesmo que tenha conseguido achar uma diarista ótima e um pai perfeito, ela se culpa por não fazer todas essas coisas sozinha e bem, porque um dia, lá nos primórdios, disseram que ela devia ter um marido e cuidar direitinho dele e das crianças. Motivo da infelicidade: culpa.



Quando a mulher decidiu se “libertar”, não sabia que teria que criar seu próprio modelo. Ela vai ser diferente da mãe, da avó, da bisavó. Ser independente é completamente masculino, então, o que fazer? Pegou o homem como modelo. E, ao invés de copiar só o que é bom, copiou tudo. Decidiu ser canalha como o cara que não liga no dia seguinte, só pra não sofrer. Sofrer é coisa de mulherzinha, não se esqueça. A mulher que não sente culpa por abstrair dos assuntos domésticos provavelmente está nesse grupo. Motivo da infelicidade: meninas e meninos são diferentes – e essa história de “todo mundo é igual” é conversa de ativista gay.


Meu ponto de vista é que a mulher não sabe pra onde ir. Não é feliz sendo masculina, não é feliz sendo feminina. Sim, porque ai da moça que hoje chegar em casa e disser “a partir de hoje eu vou ser do lar”. Os amigos ficam horrorizados, o marido desconfia e, bem, a mulher sente culpa por não trabalhar fora e ser independente. Pra não me ater só às mulheres, os homens também não sabem como lidar com essa nova mulher. Mas acho que eles se sentem menos pesados ao saber que não são os únicos provedores da casa. A mulher aumentou a carga de responsabilidade dela e aliviou a masculina.


Mulher não é feliz só tendo sucesso na vida profissional, não é feliz só sendo uma perfeita dona de casa e, quando tem as duas atividades, a probabilidade de ter um nível de satisfação razoável nas duas é quase nula, porque, ainda por cima, homo sapiens fêmea invocou de ser detalhista e perfeccionista.


Esse negócio de liberação feminina até pode ser coisa de gente inteligente. Mas, ah, a ignorância é uma benção."

Pronto, é assim que eu me sinto. Culpada, culpada, culpada.


** Texto de Leticia Junqueira, extraido do blogger - (http://www.cha-tice.com.br/)