segunda-feira, 11 de março de 2013

Quarto de meninos!

Apos muita procura, revistas, visitas a NET, achei a inspiraçao perfeita para o quarto dos meninos! A minha dificuldade era por ser 02 crianças em idades e personalidades diferentes, queria algo que agradasse ao mais velho de 4 anos, que é o "dono" do quarto, e algo que fosse lúdico para o mais novo, recém nascido, se sentir aconchegado em seu novo lar.

E não é que achei exatamente algo bem proximo ao que procurava ! A inspiração de bandeirinhas e cores veio desta foto, me apaixonei logo de cara. Adoro a combinaçao de Azul e Vermelho - alias, me disseram que vermelho não é muito usual para meninos, e por que não ?? Adoro! Já encomendei as bandeirinhas com a Joana Banana, baseado nestes dois tons, estou na expectativa agora.


Fonte: Google
Outra coisa que queria era dar personalidade ao quarto, sem ter um tema definido. A idéia foi colocar o nome dos dois personalizados, e encontrei no Atelier da Claudia Cor. , com escritas lindas e criativas.




Fora isso, muitas prateleiras para organizar tudo, de um lado os brinquedos do Bernardo, e do outro os brinquedos do Gabriel - e nova pintura, berço antes branquinho e agora devidamente AZUL já emprestado da amiga.

Vai ficar lindo o espaço deles, logo que ficar tudo pronto eu posto para mostrar !!

sexta-feira, 8 de março de 2013

O que é ser mulher

Sempre que chega essa época do ano, prometo a mim mesma: minhas próximas férias serão tiradas em março. Vou alugar uma choupana em Ushuaia e só volto quando pararem de falar no Dia da Mulher. Apenas para evitar a pergunta que... tantos pedem que a gente responda: “O que é ser mulher?”.

Basicamente, ser mulher é ter nascido com os cromossomos XX. Será que isso responde à questão? Responde, só que de modo desaforado. Espera-se que colaboremos: “Ser mulher é ser mãe, esposa, profissional... ”. Alguém ainda aguenta essa churumela?

Se é para refletir sobre o assunto, então sejamos francos: ninguém mais sabe direito o que é ser mulher. Sofremos uma descaracterização. Necessária, porém aflitiva. Entramos no mercado de trabalho, passamos a ter liberdade sexual e deixamos para ter filhos mais tarde, se calhar. Somos presidentes, diretoras, empresárias, ministras. Sustentamos a casa. Escolhemos nossos carros. Viajamos a serviço. Saímos à noite com as amigas. Praticamos boxe. O que é ser mulher, nos perguntam. Pois, hoje, ser mulher é praticamente ser um homem.

Nossa masculinização é um fato. Ok, nenhuma mulher desistirá de tudo o que conquistou. A independência é um ganho real para nós, para nossa família e para a sociedade. Saímos da sombra e passamos a existir de forma plena. E o mundo se tornou mais heterogêneo e democrático, mais dinâmico e produtivo, em suma: muito mais interessante. Mas não nos deram nada de mão beijada, ganhamos posições no grito, falando grosso. E agora está difícil reconhecer nossa própria voz.

“Sou mais macho que muito homem” não é apenas o verso de uma música de Rita Lee, é pensamento recorrente de cérebros femininos. Alguém ainda conhece uma mulher reprimida, omissa, sem opinião, sem pulso? Foram extintas e deram lugar às eloquentes.

Nada de errado, repito. Acumulamos uma energia bivolt e isso tem nos trazido inúmeros benefícios – deixamos de ser um simples acessório, nos integralizamos. Mas essa nova mulher ainda se permitirá um segundinho de “cuida de mim”? Se os homens estão se permitindo ser frágeis, por que não nos permitimos também, nós que temos os royalties dessa condição?

É no amor que a mulher recupera sua feminilidade. É na relação a dois. Na autorização que dá a si mesma de se sentir cansada e de permitir que o outro tome decisões e a surpreenda. É através do amor que voltamos a confiar cegamente, a baixar a guarda e a deixar que nos seduzam – sem considerar isso ofensivo. Muitas mulheres estão desistindo de investir num relacionamento por se julgarem incapazes de jogar o jogo ancestral: eu, provedor; você, minha fêmea.

Os homens sabem que já não iremos nos contentar em receber mesada e ficar em casa guardando a ninhada, mas, na intimidade, que tal deixarmos a testosterona e o estrogênio interpretarem seus papéis convencionais?

Um amor sem tanta racionalidade, sem demarcação de território, sem guerra pelo poder. Amolecer de vez em quando, com entrega, com gosto. É onde ainda podemos ressuscitar a mulher que fomos, sem prejuízo à mulher que somos.

O que é ser mulher - Texto de MARTHA MEDEIROS no ZERO HORA - 06/03

quinta-feira, 7 de março de 2013

O Cão Idoso

O Nycko, meu shnauzer miniatura está beirando os 16 anos agora, e esta semana foi um teste de perseverança e amor, para nós dois.

Quem me conhece sabe que o Nycko sempre foi meu grande companheiro, um filho pra mim. Mimado, sempre dormiu na minha cama, tem vários brinquedos e roupas, viaja conosco para todo lado. Um verdadeiro lord. E olha que ele sempre aprontou muito - lembro quando mais um treinado desistiu das aulas com ele: Cristiane, enquanto você obedecer o cachorro eu não tenho o que fazer aqui! Radical neh!

A algumas semanas notei uma mudança de comportamento nele. Não interage mais conosco, não aceita mais carinho, fica distante,  dorme o dia todo e fica agitado a noite, e o pior, urina e faz cocô em qualquer lugar e PISA EM CIMA, as vezes até deita no meio da própria sujeira.

Minha reação foi a pior possível, estas estranhas atitudes de repente alteraram a minha relação com ele totalmente, foi muito negativo e fiquei com raiva - de mim por não consegui ajuda - lo e dele, por estar assim, onde foi parar o meu cachorro?

Após uma noite pensando muito no assunto, procurei na NET e encontrei que estes sinais tem tudo a ver com a Disfunção Cognitiva Canina (DCC), ou Alzheimer Canino, que acomete a maior parte dos cães nesta idade.

Decidi que meu melhor amigo precisa muito de mim, e que eu o AMO demais para desistir assim dele. Comprei fraldas, ossinhos saborosos e tenho trabalhado bastante nossa relação de novo - tudo isso estando grávida de 6 MESES e com outro filho de 3 e trabalhando 12 horas - (doida, doida!).

E assim o Gabriel ainda vai conhecer o Nycko, se Deus quiser!

Sobre a DCC, os principais sintomas são:
•Aumento do sono e o animal troca do dia pela noite;
•Caminhadas e latidos sem motivo aparente durante a noite;
•Desorientação em locais conhecidos;
•Olhar fixo;
•O cão entra em locais inadequados e não consegue sair;
•Diminuição da aprendizagem;
•Esquecimento de comandos já aprendidos em adestramento;
•Diminuição da resposta a estímulos sonoros;
•Falta de reconhecimento de pessoas familiares;
•Alguns cães ficam presos em quinas e vão para o lado errado da porta na hora de sair.
•Defecam e urinam em lugares inapropriados, até mesmo na frente dos proprietários.

Diabetes Gestacional, a luta inicia

* Hoje com 26 semanas de gravidez

Com 24 semanas fiz o tão temido exame da Diabete Gestacional, e confirmamos o diagnostico já esperado - vamos ter diabetes gestacional nesta gravidez também.

Fiquei beem chateada no dia que vi o resultado. Me isolei e deixei doer o que tinha que doer. No outro dia ja estava pronta para encarar o que vier - já passei por isso e vou passar de novo com sucesso, tenho certeza, não pode é desanimar por que a dieta é chata mesmo - fazer dieta nunca é legal, ainda mais com fome de grávida !

A minha curva glicêmica deu os seguintes resultados:

GLICOSE BASAL : 82 mg/dL

GLICOSE : 149 mg/dL - 1hr Apos 75g Dextrozol

GLICOSE : 193 mg/dL - 2hrs Apos 75g Dextrozol


Mandei o resultado para o Dr. Marcos para ver qual providência tomar até a proxima consulta, daqui a uma semana. Ele me aconselhou a começar a medir a glicose com o aparelho fura-dedo antes e depois das principais refeições, para que possamos analisar os resultados na consulta, e seguir uma dieta rigorosa. 

Hoje é o terceiro dia de medição/ dieta e acho que estamos nos saindo bem, dentro dos limites de antes
de 95 - 140. Até baixei um app para o Iphone para me ajudar na medição e gostei muito, chama #bant e é gratuito.

Minha dieta nesta primeira semana:

Ao acordar: 01 copo de leite desnatado
Café da Manhã: 02 fatia de pão integral + queijo branco + café
Colação: 01 fruta (melancia/mamão/melão/abacaxi)
Almoço: Vegetais cozinhos a vontade + 3 colheres de arroz + 1 concha pq de feijão + 1 carne + 1 fruta
Primeiro Lanche: Yorgute desnatado com frutas
Segundo Lanche: 2 fatias de pão integral (ou 2 torradas integrais) + queijo branco + 1 fatia de peito de peru
Jantar : Vegetais cozinhos a vontade + 2 colheres de arroz + 1 carne + 1 fruta
** Em caso de fome noturna comer fruta ou suco 

terça-feira, 5 de março de 2013

Exageros

Não lembro quem me falou, mas como gostei: “Todo exagero é uma forma de ficção”. Quem de nós não é ficcionista nesta vida?

Reclamo porque provocaram um rombo no sofá, e foi apenas uma brasa de cigarro que caiu e fez um furinho deste tamanhozinho, mas, puxa, eu enxergo um rombo. O prejuízo é de um rombo. E a minha bronca também é grande.

Me olho no espelho e me acho obesa. Na verdade engordei meio quilo, mas ele não se espalhou democraticamente de norte a sul, ficou concentrado numa região que já estava bem suprida, tal como acontece com a distribuição de renda do país, então meio quilo a mais, no mesmo lugar, é uma injustiça, uma canalhice, um desaforo.

Eu não sinto frio: eu morro de frio. Grito pela casa: que friiiiiio! Aí ligo o ar-condicionado e ressuscito um pouquinho, mas não tiro nenhum dos quatro blusões que estou vestindo. Cobertores, são vários. E durmo com meias, que retiro na calada da noite sem nem mesmo acordar. Morro de frio e ainda por cima sou sonâmbula.

Isso quando eu consigo dormir oito horas por noite, o que é raro. Geralmente durmo bem menos que isso, e aí o que acontece? Eu não fico devagar, como ficam as outras pessoas. Eu fico enlouquecida de sono e podre de cansada. Louca de sono significa que eu fico cabeceando no sofá, e quando dou por mim o William Bonner já disse boa-noite-até-amanhã e eu perdi a previsão do tempo. E podre de cansada é podre mesmo, deteriorada, murcha, sem serventia. Um lixo.

Mas isso são exceções. Na maioria das vezes eu estou não apenas alegre, mas pulando de felicidade. Sinto por dentro a adrenalina correndo pelas veias, meu sorriso fica escancarado no rosto e começo a achar tudo bárbaro. Porque sou assim, extremada.

Quebrar uma unha é uma desgraça. Perder um episódio de Os Normais é um pecado. Um cara bonito é uma tentação do demônio. Um atraso de 10 minutos é o fim do mundo. E qualquer crítica me deixa de coração partido. Portanto, melhor gostar de mim, senão você é um homem morto.

Texto de Martha Medeiros

sexta-feira, 1 de março de 2013

O Rio de Janeiro continua lindo...

" O Rio de Janeiro continua lindo
  O Rio de Janeiro continua sendo
O Rio de Janeiro fevereiro e março..."
 

Parabéns Rio de Janeiro!
Terra natal do meu marido, agora dos meus filhos, de gente bronzeada de risada solta, lugar de gente feliz onde fiz amigos incriveis, de sol e mar, lugar que aprendi a amar.

Do meu tempo de faculdade...

Dias atrás fui em uma formatura do Curso de Contabilidade. Foi bem diferente do que estou acostumada, bem alegre,  informal, jovem, e cada um que era chamado a mesa para receber o diploma era anunciado com um pequeno texto sobre a pessoa e uma música – nem preciso falar que a música mais pedida foi “você não sabe o quanto eu caminhei para chegar até aqui...” , ou era o legitimo funk carioca (Ok, não tenho NADA contra funk, mas como boa mineira ainda me soa estranho aos ouvidos..) ou uma musica gospel. Poucos me surpreenderam com um legitimo rock roll.

Escolhas musicais a parte, foi no mínimo curioso ouvir um pouco da estória de cada uma daqueles jovens que estavam ali formando::

- Ela é uma festa, a rainha das xxxx, está sempre de bom humor, não anda desfila. Vem receber seu diploma fulana de tal” (Toca funk, toca funk)

- Ele é o turista, raramente ia a aula mas sempre tirava notas boas nas provas. Vem fulaninho receber seu diploma (Toca rock, quem mata aula normalmente escuta rock neh?)

A minha formatura na faculdade foi uma solenidade mega-ultra-solene. Na Newton de Paiva a colação era levado muito a sério e nem cartaz podia entrar, o sapato tinha que ser preto, e muito menos colocar uma musica qualquer que não combinasse com a seriedade total do momento. Música só as escolhidas por eles e pelos mestres ali presentes. Não consego imaginar meus professores  em uma solenidade alegre gente, parece impossivel !

Mas fiquei lá assistindo e imaginando o que seria da minha formatura se chamasse cada um por uma descrição e música. Como eu seria chamada ? Acho que algo mais ou menos assim:

- Ela é literalmente a dona da festa. A turista em pessoa. Dona do fundo da banca. Amiga de todos, esportista de primeira. Vem receber seu merecido e suado diploma Cristiane Mota. (Meu fundo musical: "Tão longa a estrada, Tão longa a sina, Tão curta a vida, Tão largo o céu, Tão largo o mar, Tão curta a vida, então Curta a vida!"  By Marisa Monte)

Sim, eu fui a mentora de quase todas as festas durante minha faculdade. Ou eram no play do meu prédio ou alugava algum lugar para dar a festa e vendia os convites. Foi muuito bom! E tinha Karaokê ao vivo, dupla sertaneja, delícia de faculdade... também não fui uma frequentadora assídua das aulas, tomei algumas bombas por frequência.. mas valeu muito, foi uma época muito bacana!