terça-feira, 29 de abril de 2014

Infância não é carreira e filho não é troféu

Texto publicado no blog http://www.todacriancapodeaprender.org.br/

Nesse mundo contemporâneo, ter, ser, saber, parecem fazer parte de uma competição. Nesse mundo, alguns pais e algumas mães acabam acreditando que é preciso que seus filhos saibam sempre mais que os filhos de outros. E isso sim seria então sinal de adequação e o mais importante: de sucesso.

O que uma criança deve saber aos 4 anos de idade? Essa foi a pergunta feita por uma mãe, em um fórum de discussão sobre educação de filhos, preocupada em saber se seu filho sabia o suficiente para a sua idade.

Segundo Alicia Bayer, no artigo publicado em um conhecido portal de notícias americano – The Huffngton Post -, o que não só a entristeceu mas também a irritou foram as respostas, pois ao invés de ajudarem a diminuir a angústia dessa mãe, outras mães indicavam o que seus filhos faziam, numa clara expressão de competição para ver quem tinha o filho que sabia mais coisas com 4 anos. Só algumas poucas indicavam que cada criança possuía um ritmo próprio e que não precisava se preocupar.

Para contrapor às listas indicadas pelas mães, em que constavam itens como: saber o nome dos planetas, escrever o nome e sobrenome, saber contar até 100, Bayer organizou uma lista bem mais interessante para que pais e mães considerem que uma criança deve saber.

Veja alguns exemplos abaixo:

• Deve saber que a querem por completo, incondicionalmente e em todos os momentos.
• Deve saber que está segura e deve saber como manter-se a salvo em lugares públicos, com outras pessoas e em distintas situações.
• Deve saber seus direitos e que sua família sempre a apoiará.
• Deve saber rir, fazer-se de boba, ser vilão e utilizar sua imaginação.
• Deve saber que nunca acontecerá nada se pintar o céu de laranja ou desenhar gatos com seis patas.
• Deve saber que o mundo é mágico e ela também.
• Deve saber que é fantástica, inteligente, criativa, compassiva e maravilhosa.
• Deve saber que passar o dia ao ar livre fazendo colares de flores, bolos de barro e casinhas de contos de fadas é tão importante como praticar fonética. Melhor dizendo, muito mais importante.

E ainda acrescenta uma lista que considera mais importante. A lista do que os pais devem saber:

• Que cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer cálculos a seu próprio ritmo, e que isso não tem qualquer influência na forma como irá andar, falar, ler ou fazer cálculos posteriormente.
• Que o fator de maior impacto no bom desempenho escolar e boas notas no futuro é que se leia às crianças desde pequenas. Sem tecnologias modernas, nem creches elegantes, nem jogos e computadores chamativos, se não que a mãe ou o pai dediquem um tempo a cada dia ou a cada noite (ou ambos) para sentar-se e ler com ela bons livros.

• Que ser a criança mais inteligente ou a mais estudiosa da turma nunca significou ser a mais feliz. Estamos tão obstinados em garantir a nossos filhos todas as “oportunidades” que o que estamos dando são vidas com múltiplas atividades e cheias de tensão como as nossas. Uma das melhores coisas que podemos oferecer a nossos filhos é uma infância simples e despreocupada.
• Que nossas crianças merecem viver rodeadas de livros, natureza, materiais artísticos e a liberdade para explorá-los. A maioria de nós poderia se desfazer de 90% dos brinquedos de nossos filhos e eles nem sentiriam falta.
Que nossos filhos necessitam nos ter mais. Vivemos em uma época em que as revistas para pais recomendam que tratemos de dedicar 10 minutos diários a cada filho e prever um sábado ao mês dedicado à família. Que horror! Nossos filhos necessitam do Nintendo, dos computadores, das atividades extraescolares, das aulas de balé, do grupo para jogar futebol muito menos do que necessitam de nós. Necessitam de pais que se sentem para escutar seus relatos do que fizeram durante o dia, de mães que se sentem e façam trabalhos manuais com eles. Necessitam que passeiem com eles nas noites de primavera sem se importar que se ande a 150 metros por hora. Têm direito a ajudar-nos a fazer o jantar mesmo que tardemos o dobro de tempo e tenhamos o dobro de trabalho. Têm o direito de saber que para nós são uma prioridade e que nos encanta verdadeiramente estar com eles.

Então, o que precisa mesmo – de verdade – uma criança de 4 anos? Muito menos do que pensamos e muito mais!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

25 atitudes que podem mudar a sua vida!

Texto original publicado no Espaconave.org, em 29/09/2013 - By Rafaela Cappai


1. Medo bobo, feio e chato a gente trata assim: faz língua pra ele e segue em frente! Não dê atenção pra medos que não fazem sentido.

2. Entendimento vem da ação. Ao invés de ficar pensando como uma coisa funcionaria, bote a mão na massa pra ver realmente como ela funciona.

3. Caiu, levanta rapidinho. Você vai falhar inúmeras vezes. A diferença tá na sua capacidade de levantar novamente. E novamente. E novamente…

4. Quer um resultado diferente? Faz diferente e páre de dar murro em ponta de faca.

5. Seja um expert o suficiente. Aprenda o necessário de cada coisa. Você não precisa se tornar um especialista em tudo.

6. Não sabe, descubra. Seja um hacker da sua própria vida. Pergunte, pesquise, encontre a resposta.

7. Aprenda a sentir-se confortável no desconforto. Jogue-se e passe a apreciar o vento no rosto durante a queda.

8. Dê adeus às crenças limitadoras. Nem tudo que você acredita é verdade.

9. Pense fora da caixa. Mas que caixa ora bolas?

10. Delegue. Você não precisa fazer tudo. Concentre-se naquilo que faz de melhor.

11. Você e o dinheiro: construindo uma relação de amor.

12. Dê um chute na bunda da resistência toda vez que ela aparecer. Quando a malvada der as caras, não comece uma conversa. É apenas o seu ego tentando te convencer a não fazer o que deveria ser feito.

13. Sem mimimi, a doença do fracasso. Não tenha dó de si mesmo.

14. Entregue mais do que promete. Faça mais do que necessário.

15. Seja um amador. Páre de achar que você já sabe tudo!

16. Vire aprendiz, um curioso pro resto da vida.

17. Se não está agendado, não é real!

18. Tire da cabeça e coloque no papel. Seu cérebro agradece.

19. Diga não e cancele o que não vale a pena. Sistematicamente, diariamente.

20. Crie armadilhas externas pra fazer o que tem que ser feito. Marque uma reunião antes de estar pronto, conte pra alguém dos seus planos.

21. Mude de direção quando preciso.

22. Beba de outras fontes. Saia do seu casulo e experimente mundos diferentes do seu.

23. Comece antes de estar pronto! Você vai descobrir como fazer no meio do caminho. Acredite!

24. Seja verdadeiro consigo mesmo. Autenticidade é a moeda do século.

25. Acredite: você já tem tudo que é necessário.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Lembranças para Batizados

Vamos batizar o Gabriel no mesmo dia do aniversário dele, em Junho, e quero fazer algo bem bonito, mas simples, para ficar de lembrança do batizado dele.

Procurei na NET umas idéias e acabei achando muita coisa que as mamães famosas fizeram para o batizado dos seus filhos.

Seguem as idéias que mais gostei destas mini celebridades:






A lembrança de batizado de Eva, filha de Luciano Hulk e Angelica foi uma Capelinha de Nossa Senhora de Fátima, achei linda e graciosa - seria perfeito se eu tivesse uma menina.

Alias, EVA é um nome lindo. A primeira mulher. O inicio.


Ivete Sangalo distribuiu no batizado do pequenino potinhos de brigadeiro decorados com o tema do fundo do mar, decorado de polvo. Achei o tema um pouco fora da idéia de batizado, mas é bem lindinho do mesmo jeito.



Vittório, filho de Adriane Galisteu, que foi batizado no mesmo dia do casamento dos pais, além de terem sido distribuídos medalhinhas de Nossa Senhora, a lembrancinha principal foram lindas velas aromáticas entregues dentro de uma caixinha branca super charmosa! Amei!



Bem nascidos e bem casados são sempre lembranças deliciosas e ótimas, e “bem batizado” é uma idéia perfeita, eu adoro. Para o batizado de Pedro, também foram entregues uma bolsinha com um tercinho dentro, o que sempre é um charme.



Danielle Winits providenciou um bolinho decorado super lindo entregue em uma caixinha transparente. Adorei a proposta, achei super delicado e bem bonito


Agora é só decidir o que fica mais bonito para o meu anjo Gabriel :)

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Aniversário de Circo - Idéias

Estou as voltas com a organização do aniversário do Biel, que vai ser em Junho. O tema escolhido vai ser o mesmo de 1 ano do Bernardo, CIRCO.

Escolhi o tema muito devido a ter a roupa linda que fiz para o Bernardo na época, de apresentador de circo e acho que o Biel vai ficar um charme com a roupinha, além de ser tudo muito colorido.

Tema definido, vamos pegando idéias na WEB de coisas bacanas para inspirar o GRANDE CIRCO DO GABRIEL 

Parece que foi feito para ele, mas não foi - rs!!
Uma festa de Circo lindíssima que achei na WEB, de um outro fofo Gabriel, que me inspirou muito!  (http://blog.berryartdesign.com)
AMEI esta lembrancinha - sacolinha de lona com Kit de Pintura.
(Mimos em Arte )

Cachepô para centro de mesa cheio de rococós e pirulitos,
quer coisa mais gostosa ?
(imagem do Google)

Centro de mesa de Trenzinho, acho lindo!!
(Luciana Lourenço)

Cupcakes com Totens de Circo, idéia a ser copiada!
(Rede Globo)

Mimoso demais este potinho de balas, copiou colou!
(Imagem do Google)

Estes Tubetes ficaram coloridos e são fáceis de fazer, adorei também!
(Imagem do Google)

Centro de mesa com pirulitos, são meus favoritos!!
(Imagem do Google)

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Ter um irmão é tudo de bom

Bernardo e Gabriel, irmãos e amigos
Biel com 10 meses/ Be com 4 anos.

É muito bacana ver meus meninos rolando juntos pelo chão. Eles estão cada vez mais unidos.
Bernardo é o ídolo do Gabriel, os olhinhos brilham quando vê o irmão, e isso me enche de alegria.

É muito bom ter um irmão.
Meu irmão mais velho chama Eduardo.
Não moramos tão perto quanto eu gostaria, nem partilhamos hoje das mesmas opiniões.. mas o amo assim mesmo, e sinto muito a sua falta.

Eduardo sempre foi meu ídolo.
Passei uma boa parte da minha vida atrás dele, ou tentando estar perto dele.
Ele gostava de Heavy Metal. Eu aprendi a escutar
Ele usava preto. Eu também.
Ele mudou para BH e para o Rio. Eu também.
Eu o venerava.
Me salvou de umas também. Me ajudou a esconder quando batia o carro. Me emprestava grana quando a coisa apertava.
E me disse as palavras certas na hora certa, quando eu realmente estava desistindo.
Não é a toa que ele é padrinho dos meus dois filhos.



Por tudo isso acredito que o Bê e o Biel tem uma longa jornada de amizade pela frente. Que um sempre tenha a mão para estender para o outro, que vocês sejam amigos, que cuidem um do outro. 

Amo vocês.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Mesário do Biel - 10 Meses!

E o Biel fez 10 Meses !!

É um bebê gordinho, palhaço e muito esperto. 
Bom de garfo, come de tudo e não dispensa um suco ou agua de coco.
Engatinha como uma aranha, com um joelho levantado - está bem rápido agora.
Adoro ficar em pé usando os moveis ou a parede, e os pufes da casa, e já esta ensaiando passar de um móvel para o outro sem apoio

Nem todos os objetos vão para a boca, ele tem ficado mais tempo observando e manipulando com os dedinhos o que acha, mas as bolinhas pequenas tem preferência nesta boquinha..

Tem 2 dentinhos em baixo, e os de cima estão dando sinal de vida.
Usa roupa de 1 ano meu gordinho!!
Não gosta de sapatos, fica descalço praticamente o tempo todo.

Sua palavra preferida é água. E por sinal adora o banho, que já toma com o irmão na banheira.
É um bebê muito sociável, não estranha as pessoas e bastante observador.


Parabéns para o Biel !

quarta-feira, 19 de março de 2014

As perguntas que vão salvar suas relações

**Texto publicado no blog Antes que eles cresçam, de Cris Leão , no dia 29/01/2014.

Quando eu era mãe de três pequenos, confusos e bonitos pestinhas*, tivemos dias que se prolongaram por vidas. Craig saia às 6h todas as manhãs e enquanto eu observava ele saindo de casa de banho tomado e ferro passado, eu me sentia incrivelmente abençoada e feliz por ter tanto tempo sozinha com meus bebês e extremamente aterrorizada e amargurada de ter tanto tempo sozinha com meus bebês. Se você não acredita que todos esses sentimentos podem existir ao mesmo tempo – bem, você nunca foi uma mãe de pequenos, bagunçados e lindos pestinhas.

Quando Craig voltava todos os dias às 18h (na verdade ele voltava às 17:50, mas levava um tempo INACREDITÁVEL para checar a caixa do correio ) ele ia atravessar a porta, sorrir e dizer – “Então, como foi o seu dia?”

Essa pergunta era como um holofote apontado diretamente para o abismo que existia entre a experiência dele de um “dia” e minha experiência de um “dia”. Como foi o meu dia?

A pergunta iria permanecer no ar por algum momento, enquanto eu olhava para o Craig e o bebê empurrava a mão na minha boca, como eles fazem – enquanto o mais velho gritou do banheiro: MAMÃE PRECISO DE AJUDA PARA FAZER O NÚMERO 2 e o do meio chorava no canto porque “Eu nunca, nunca posso beber o detergente. NUNCA! NEM UMA VEZ , mamãe!” E eu olho para o meu pijama manchado de espaguete, meu cabelo sujo e meu lindo bebê no meu quadril – e meus olhos vagam ao redor da sala, parando para observar os brinquedos salpicando no chão e a nova arte deslumbrante das crianças na geladeira.

E eu quero dizer:

Como foi o meu dia? Hoje foi uma vida. Foi o melhor dos tempos e o pior dos tempos. Houve momentos em que meu coração estava tão preenchido que parecia que ia explodir, e houve outros momentos em que meus sentidos estavam sob tal ataque intenso que eu tinha certeza ia explodir. Fiquei muito solitária e absolutamente desesperada para ficar sozinha. Eu estava saturada e bombardeada com tantos toques e, em seguida, no momento que eu coloquei o bebê no berço, eu ansiava para sentir sua pele doce novamente. Eu estava ao mesmo tempo, entediada e completamente sobre carregada com tanta coisa para fazer. Hoje foi demais e não foi suficiente. Era alto e silencioso. Foi brutal e bonito. Eu estava no meu melhor hoje e, em seguida , apenas um minuto depois, no meu pior. Às 03:30 de hoje, decidi que devemos adotar mais quatro filhos e, em seguida, às 3:35 eu decidi que devemos desistir das crianças que já temos e dá-las para adoção. Marido, quando seu dia é completamente e totalmente dependente dos humores, necessidades e horários de minúsculos, desarrumados e lindos pestinhas, o seu dia é todas as coisas e nenhuma das coisas, às vezes dentro do mesmo período de três minutos. Mas eu não estou reclamando. Isto não é uma reclamação, então não tente consertá-lo. Eu não teria meu dia De Nenhuma.Outra.Maneira. Só estou contando –  e é uma coisa infernalmente difícil de explicar – um dia inteiro com muitos bebês.

Mas eu estaria cansada demais para dizer tudo isso. Então, eu iria só chorar, ou gritar, ou sorrir e dizer “foi tudo bem” e, em seguida, entregar o bebê e sair correndo para o Target* a vagar sem rumo pelos corredores, porque isso é tudo que eu realmente queria. Mas isto seria um pouco triste, porque o amor é sobre realmente ser visto e conhecido, e assim eu não estaria sendo vista nem conhecida. Tudo era muito difícil de explicar. E fez de mim, uma pessoa solitária.

Então nós fomos foi para a terapia.

Através da terapia, aprendemos a perguntar melhor uns aos outros. Aprendemos que se você realmente quer conhecer as pessoas, se realmente se importa em conhecê-las – é preciso fazer melhores perguntas e, em seguida, realmente ouvir as respostas. Precisamos saber as perguntas que levam junto com elas esta mensagem: “Eu não estou apenas fazendo um protocolo aqui, eu realmente me importo com o que você tem a dizer e como você se sente. Eu realmente quero conhecê-lo.” Se não queremos respostas descartáveis​​, não podemos fazer perguntas descartáveis​. Uma pergunta com cuidado é a chave que vai desbloquear uma sala dentro da pessoa que você ama.

Então Craig e eu não perguntamos mais “Como foi seu dia? “.

Depois de alguns anos de prática, a intimidade das perguntas cresceram, agora nos encontramos perguntando um ao outro perguntas como estas :

Quando você se sentiu amado hoje?
Quando foi que você se sentiu solitário?
O que eu fiz hoje, que fez você se sentir apreciado?
O que eu disse que fez você se sentir despercebido?
O que posso fazer para ajudá-lo agora?

Eu sei. Um pouco estranho num primeiro momento. Mas não depois de um tempo. Não mais estranho do que fazer as mesmas malditas perguntas vazias que você sempre fez e que provocam as mesmas malditas respostas vazias que você sempre recebeu.

E agora, quando nossos filhos chegam em casa da escola, nós não dizemos: “Como foi seu dia?” Porque eles não sabem. O dia deles foi um monte de coisas.

Em vez disso, perguntamos:

Como você se sentiu durante o teste de ortografia?
O que você disse para a menina nova quando todos saíram no recreio?
Você se sentiu solitário durante todo o dia?
Algumas vezes você se sentiu orgulhoso de si mesmo hoje?

E eu nunca pergunto aos meus amigos: “Como você está? ” Porque eles também não sabem.
Em vez disso, eu pergunto:
Como está indo a quimio da sua mãe?
Como terminou a reunião com o professor do Ben?
O que está dando certo no trabalho agora?

As perguntas são como presentes – é o pensamento por trás delas que o receptor realmente sente. Nós temos que conhecer o receptor para dar o presente certo e fazer a pergunta certa. Presentes e perguntas genéricas são ok, mas presentes e perguntas pessoais fazem as pessoas se sentirem melhor. O amor é específico, eu acho. É uma arte. Quanto mais atenção e tempo você dá a suas perguntas, mais bonitas as respostas se tornam.

Já que a vida é uma conversa, faça com que seja uma boa conversa.


O texto original em inglês foi publicado no Huffington Post no dia 24 de Janeiro e escrito pela Glennon Doyle Melton, autora do best seller “Carry On, Warrior”. Ela divide seus textos, pensamentos e aprendizados no seu blog, Momastery.com.