terça-feira, 29 de julho de 2014

Então levantou e começou a andar

E depois de engatinhar muito o Biel esta andando !

Com 1 ano e 1 mês  ele resolveu levantar e sair por ai se aventurando, coisa mais linda, parece um bêbado indo pelo corredor.

Na viagem de férias ele usou a boia de cintura muito como um andador na piscina, acho que já ajudou bastante, e quando chegamos a Minas tinha tanto espaço que ele se jogou pelas salas, correu ao redor das mesas e aprimorou toda sua técnica :O)


Agora ele só quer andar, andar, andar

segunda-feira, 28 de julho de 2014

O Grande Circo do Gabriel

... E a roupa guardada no armário deu o tom da festa...

 Quando abri o armário e vi a roupa de apresentador de Circo que o Bernardo tinha usado na festa de 01 ano dele tive certeza que era o que eu queria para o Biel também, como uma tradição de família - e assim nasceu o Grande Circo do Gabriel.


Com a ajuda da família (e de várias ideias bacanas que encontrei na internet) confeccionamos toda a parte de papelaria e guloseimas do Circo. 

Fui várias vezes no Mercadão de Madureira comprar material e balas para fazer a mesa principal modelo Provençal com guloseimas, os centros de mesa e as sacolinhas de lembranças.


Os Brigadeiros de copinho foram produzidos pela Vovó Wanda, os cupcakes foram feitos pela Roberta Simone (Telefone: 21 98801-1504) e os pirulitos de chocolate pela Monique, da Chocodelicia, que também é Madrinha do Biel.  



 Em cada mesa colocamos uma cartola brilhante com coisas de circo (apitos, nariz de palhaço, máscaras) e pirulitos grandes, pipocas e doce, além do catavento, ficou bem colorido e fez muito sucesso. 



De lembrança para as crianças (e adultos que adoraram) comprei umas sacolas reciclaveis no Mercadão onde coloquei um saco com diversas balas e chocolates e giz de cera com papeis de circo para colorir. As sacolas com motivo de Romero Brito foram as primeiras a esgotar!


Gabriel vestiu a roupa que o Bernardo usou na festa de 01 ano dele e ficou lindo, já o Bernardo escolheu ser o Mágico do Circo e usou uma capa, Cartola e varinha de mágico feitos por uma amiga querida.


Família reunida para cantar o parabéns, foi uma festa linda, ficamos muito felizes com o resultado.





Local: Casa de Festas Brincadeira é Coisa Séria

Foto/Filmagem/Telão: PM Produtora de Vídeo
(21) 2487-4732 (Paulo/Eduardo/Katia)

Retrospectiva em Vídeo
(Produzido pela mamãe aqui com todo carinho)

Roupa do Gabriel
Gente Feliz
http://www.elo7.com.br/gentefeliz/

Enfeites de Mesa
http://www.festabox.com.br/

Girafas de Pelúcia, Toppers de Cupcakes
http://www.aliexpress.com/

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A banheira e piscina

* Bernardo 4 anos e Gabriel 1 ano

O B está próximo a completar 5 anos e ainda não abre mão de tomar banho de banheira - e quem não gostaria de ter uma banheira quentinha para nadar e brincar !! 

Com a chegado do Biel acabei pegando com uma amiga uma nova banheira e os dois estavam tomavam banho no mesmo box mas em banheiras distintas. O Biel foi crescendo e eles começaram a entrar na banheira um do outro e a confusão se instalou - querem ficar juntos.

Como já contei aqui, andei procurando uma banheira que encaixasse no box, que nem é pequeno. Eu queria mesmo era uma hidromassagem mas a verba e o apto não comportam o investimento. Então voltando a vida real, acabei descobrindo uma piscina/ banheira da marca Nabaiji muito bacana na Loja  da Decathon, que cabe perfeitamente no meu orçamento e no box dos meninos:



Minha melhor compra nos últimos tempos. É leve, dobrável, não precisa encher, apenas montar. Vem com uma bolsa onde você dobra e encaixa direitinho - os meninos se amarraram !

Levamos para todos os lugares, para a praia, e ate nas viagens por que não ocupa espaço e adapta fácil aos box de hotel - mega recomendo! Uma excelente banheira para as crianças e uma piscina de quebra !

O banho lá em casa agora é coletivo e feliz :)

Vai um banho ai ?








sexta-feira, 27 de junho de 2014

Férias, aqui vamos nós !

Li um texto no Blog Mulher que corre com lobos sobre maternidade real onde ela dizia que ser mãe é como estar dentro de uma piscina de ondas 24horas. É exaustivo.

E este é o motivo do meu desaparecimento. Sou mãe de dois agora. Estou exausta. E culpada, claro, sempre culpada.

Esta é minha maternidade real. Tenho 2 filhos lindos, um marido, uma babá, um emprego. E a beira do abismo.

Na maior parte das vezes me sinto frustrada ultimamente. Frustrada por ter 2 meninos lindos e não ser a mãe perfeita para eles. Frustrada por ter vontade de passar o meu dia livre no shopping olhando roupas, ou tomando vinho assistindo um bom filme.. ou mesmo de fazer um almoço tranquilo sem que a mesa esteja cheia de papel picado e os objetos sendo arremeçados a todo momento. Frustrada por que tenho por que o mais novo vive com problemas respiratórios e eu vivo matando o serviço para cuidar dele (Não falo da prioridade, ele é prioridade!) . Frustrada por passar de funcionária dedicada a aquela que não vai trabalhar.

Ah, eu quero dormir. Dormir uma manha inteira, ou uma tarde. Quero mesmo é dormir o dia todo, sem pensar em nada.

Sinto raiva de mim nestes momentos, ate agora quando escrevo. Por que eu quis muito estes filhos. Por que eu QUERO e amo muito tudo isso. Mas eu estou cansada. Em fúria também. Por não estar dando conta de cuidar da minha vida perfeitinha de comercial de margarina.

Estou ressentida pela minha falta de liberdade. “ Você experimenta o maior amor que poderia sentir, pelo ser aparentemente mais adorável que poderia existir e, por conta disso, tem que suportar todas as dificuldades para cria-lo bem. Vai ter que dar espaço para ele exibir sua personalidade e o que vai te restar é aceitação.”

Ok. Vou sair de férias hoje. E vou deixar que as crianças me enterrem na areia, me atirem agua na cabeça e ouvir muita galinha pintadinha. Mas vou tomar um porre de Prosseco também.

Talvez, eu apague este texto. Ou não. Já me sinto culpada de novo.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Um ano sem você..


01 ano se passou e não teve um dia se quer que eu não sentisse a sua falta velho amigo... Sua presença é forte em nossa casa, parece que em algum momento você vai aparecer na sala balançando as orelhas, de bigode amassado e carrancudo...

Foram tantas aventuras, tantas viagens e estorias que passamos juntos, tudo gravado para sempre em meu coração.

Saudades eternas Nycko.






terça-feira, 3 de junho de 2014

Feliz Aniversário Gabriel

E 01 ano se passou. Aquele bebê gordinho esta crescendo e se tornando uma criança linda, esperta, rápido, engraçado, carismático, brincalhão. Um ser incrível.

"E eu que pensava como amar dois filhos entendi que o amor não se divide, multiplica."

É muito amor !!





quinta-feira, 15 de maio de 2014

Ser mãe é se fuder no paraíso”

Texto do Blog Mulher que corre com lobos com data de 6 de maio de 2013


Bento tinha 15 dias quando fui pela primeira vez à pediatra. Estava feliz e molenga exibindo meu rebento pelas ruas. Na consulta, ele se manteve quieto, exceto no momento em que ela tirou a sua roupa e tocou nas suas bolas. Bolinhas. Ele sempre detestou essa burocracia toda que envolve roupas. Houve uma fase (verão, obviamente) que eu evitava trocar as roupas dele, só para não contrariá-lo. Para sair do consultório fiquei 45 minutos na sala de espera dando de mamar para acalmá-lo. O que aprendi com isso? “Não se mexe com quem tá quieto.” Noutras palavras, Bento feliz, eu feliz. Bento quieto, eu imóvel.

Na volta para casa, ele veio no canguru dormindo (graças ao Senhor). Entrei na minha vila e cruzei com duas vizinhas, irmãs. Uma delas, mãe de 3 (haja coragem), me perguntou:

- Já teve vontade de jogar pela janela?

Eu ri e respondi:
- Ainda não! - eu só tinha 15 dias na condição materna, no momento com 8 meses, faz todo sentido.

-Vai ter! E é normal. Só não é normal se você jogar. Essa é a maternidade real. Você vai sentir raiva dele. Anota, pois isso não está nos livros.

Não está mesmo.

Ó bebê santo, fofo e indefeso! Sim, eles são isso tudo. Isso “tudo” é o que salva. Sua fofura e a ocitocina que foi descarregada no meu corpo durante o meu parto são as armas (do bem) que salvam Bento dos meus momentos de fúria. 

Amiga mãe e gestante, eu não senti, e sinto com frequência, raiva, eu senti, sinto e sentirei (inevitavelmente) fúria! Fú-ria! Sabe pelo quê? Por coisas aparentemente idiotas, mas que ilustram o lado não muito cor de rosa da maternidade. 

Tipo, dormir. Depois de passar 8 meses dormindo picado, você quer ouvir a Sandy cantando “Imortal não morre no final” mas não quer ouvir a voz do seu filho te chamando às 2am. 

Outra coisa que vai te irritar, surtos de choro quando você está tentando uma interação social. Saio com meu filho para um almoço com amigos e ele resolve ficar enjoadinho, reclamão. Você pensa, normal né? Que tipo de criança quer ficar parada? Só as doentes ou as que foram embebidas num caldeirão de maconha ao nascer. Não foi o meu caso e eu não estou reclamando, mas… Me irrita, e assumo, me ressinto pela perda da minha liberdade. Conheço mães como eu e isso me alivia. Assumimos os pesares da maternidade sem nos abster de nenhum cuidado com nossos filhos (vai ter vontade de jogar, mas não coragem, lembra?).

Num livro muito divertido sobre a história de uma mãe que tinha um bebê pesado como o meu, ela cria a seguinte imagem: ser mãe é como estar dentro de uma piscina de ondas 24horas. É exaustivo.

Vejo na mídia e nos livros, discrições do paraíso em torno da maternidade. “Ser mãe é padecer no paraíso”- a frase soa bonitinho, comportado. Quer saber mesmo o que é ser mãe? Ser mãe é se fuder no paraíso. Você experimenta o maior amor que poderia sentir, pelo ser aparentemente mais adorável que poderia existir e, por conta disso, tem que suportar todas as dificuldades para cria-lo bem. Vai ter que dar espaço para ele exibir sua personalidade e o que vai te restar é aceitação.

Outra coisa que tinham que ensinar pra gente (se tentaram me ensinar, matei essa aulaé como ter, fazer brotar, paciência. Já me peguei com o Bento chorando, segurando sua mão e emanando o ohn. Ele parou de chorar, não porque se acalmou com o mantra, mas porque achou esquisitíssimo sua mãe de olhos fechados repetindo a mesma coisa. Acho que no fundo ele sabia: “é melhor eu parar, ela está no limite, vai me colocar na cestinha.” Existe prótese de paciência? Eu compraria.

Quando estou na piscina de ondas por muito tempo, direto com ele sem alguém para me render, entro num estado irritável muito grande. Levo ele para passear e me deparo com mães felizes na pracinha. Nada me faz mais culpada e raivosa do que mães felizes na pracinha. Começa a conversa de Alice no país da maternidade. Meu impulso é falar “Tá bom, vamos falar a verdade, tem horas que dá vontade de bater a porta e isolar a chave, num é?” 

Não está nos livros, nem na internet, nem na conversa das mães da pracinha, o lado negro da maternidade. Você vai querer tomar um porre. Vai querer passar o dia na Prainha, e não duas horas do melhor sol no Ipa bebê cercada de crianças que jogam areia em você. Vai querer ouvir Florence and The Machine no carro e não o novo cd do Palavra Cantada. Vamos! Assuma!

A única coisa que essas falsas expectativas fazem é gerar culpa. Saio da pracinha me sentindo odiável e com pena do Bento por me ter como mãe. Também não está nos livros, culpa é inerente à maternidade, andam de mãos dadas. Sua motivação é que você quer ser a melhoooorrr mãe do muuundo. O que não sai como o esperado, vai para sua caixinha de culpa. O problema é que culpada, você procura ser melhooorrr ainnnddaaaa, enquanto deveria ser o melhor possível, pois você também é protagonista nessa história.

Talvez, eu me sinta culpada por essas palavras (ou seria um desabafo?), mas vou me prender ao que minha vizinha me disse. Eu não joguei pela janela.